https://www.google.com/maps/d/u/0/viewer?ll=-30.024280463085628%2C-51.232222839236464&z=15&mid=1dQVuDlg5m6VVF7njxHTwVjUXCL8O7mFs
 

OFICINA.
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#Carolina Cerqueira_ SP 

Artista visual e pesquisadora. Doutoranda no Programa de Pós-graduação em Artes, Cultura e Linguagens da Universidade Federal de Juiz de Fora. Desenvolve pesquisa poética sobre identidade, relações raciais e pertencimento. Mestre em Belas Artes pela University of the Witwatersrand, África do Sul, em 2018. Graduada em Artes Visuais e Artes e Design pela Universidade Federal de Juiz de Fora, onde também ganhou bolsa para realizar intercâmbio na Tomsk State Pedagogical University, ТГПУ, Rússia, entre 2012 e 2013. Membro do Laroyê! – terreiro de pesquisa com corpos, artes, culturas y linguagens decoloniais.

#Vermelho_ SP 

Vermelho Preto Rosa. Vermelho, y também preto y também rosa, é

uma forma de vida-artificial de outrora rafael ribeiro. Criatura poética, arrisca poesias com carnes y palavras y coisas. (contra) mestre na aerea de teorias y processoas poéticos interdisciplinares, é membro fundador do Laroyê! – terreiro de pesquisa com corpos, artes, culturas y linguagens decoloniais.

VOZ, OLHOS Y (AUTO)CRIAÇÃO: ESCREVIVÊNCIAS DO (N)OVO​

O objetivo da oficina é pensar as artes, refletindo como estruturas de poder baseados na cor da pele geraram uma narrativa eurocentrica da arte, perpetuando locais simbólicos, sociais y marginalizados de africanosbrasileiros tendo o período da escravidão ainda como sombra de nossas existências. Buscando referências teóricas que possibilitem a articulação de uma possível resposta para a pergunta: como podemos através da arte entender y significar as lacunas históricas que produziram, y produzem, relações raciais que inferiorizam com base na cor da pele? Nessa oficina nós abordamos possíveis modos/métodos pretos para produzir poesias (visuais, sonoras, etc.) que escapam o lugar europeu de enxergar y interpretar o mundo.

 

Duração:

1 hora

SESSÃO COMENTADA.
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#Daia Moura_ SP 

DIÁSPORA

A proposta é de diálogo multimídia trazendo discussões em relação a palavra diáspora e seus  significados em diálogos com o corpo em dança. Em 2021 surge a urgência de repensar esse projeto com os recursos disponíveis no cotidiano pandêmico: o quintal de casa, um projetor e o desejo de se aproximar das potencialidades da casa-mar estando no interior de São Paulo.

Com o suporte e o olhar sensível da edição de Bruna Machado nasce uma nova diáspora, um novo trânsito, um sonho feito no quintal. O que temos então é uma versão do solo, um ato artístico, uma dança para respirar.

#Joana Marinho_ RJ 

ÌYÁLEWÀ

O filme Ìyálewà foi criado durante o isolamento social devido a pandemia mundial de 2020. Surgiu da angústia da atriz e diretora Joana Marinho, que se viu afastada dos palcos, do público e do seu ofício. Nasceu da vontade e necessidade da artista de reinventar sua arte de forma que ela pudesse ultrapassar os muros de seu isolamento.

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