https://www.google.com/maps/d/u/0/viewer?ll=-30.024280463085628%2C-51.232222839236464&z=15&mid=1dQVuDlg5m6VVF7njxHTwVjUXCL8O7mFs
 

#3_TALKS

O cinema pelas lentes das mulheres: desafiando estereótipos e criando novas narrativas​.

19 ABR. 19h00

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KARINE ARRUDA (SP)

Graduada em História pela FFLCH - USP (2020), faz Iniciação Científica com a pesquisa A cineasta Adélia Sampaio: uma análise de gênero, raça e cinema. Mapeando a biografia e obra da cineasta Adélia Sampaio, primeira mulher e negra a dirigir um longa metragem de ficção com circulação comercial, o objetivo geral da pesquisa é compreender o "esquecimento'' de sua atuação na historiografia do cinema brasileiro. Ministra uma das aulas do curso Invertendo os hemisférios, durante os Cursos de Abril de 2021, da FFLCH - USP. Reside em Paraisópolis, São Paulo, e trabalha desde 2018 como pesquisadora na Enciclopédia Itaú Cultural.

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CAROLINE MENDES DA SILVA (SP)

Professora de história na Prefeitura Municipal de São Paulo, atualmente compõem a equipe do Núcleo de Educação para as Relações Étnico-Raciais da Secretaria Municipal de Educação (NEER-SME). É doutora (2020) e mestre (2013) pelo Programa de História Social da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH-USP) e graduada em história (2009) pela mesma faculdade. Atua nas áreas de história e audiovisual, história das relações raciais e de gênero no Brasil e educação.

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CAMILA DE MORAES (RS - BA)

Jornalista e graduanda no curso B.I. de Artes com concentração em
audiovisual pela Universidade Federal da Bahia. Na área do cinema dirigiu o
documentário de longa-metragem "O Caso do Homem Errado"; que aborda a questão do genocídio da juventude negra no Brasil. A cineasta se tornou a segunda mulher negra a entrar em circuito comercial com um longa-metragem após 34 anos de silenciamento no Brasil. Pré-selecionado pelo Ministério da Cultura para representar o Brasil e concorrer ao prêmio de Melhor Filme Estrangeiro no Oscar 2019. Idealizadora e Curadora do
Festival Cinema Negro em Ação. 

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RENATA DOREA (BR - CU)

Artivista multidisciplinar afro-indigena. Bacharel em Artes e Design
pela Universidade Federal de Juiz de Fora, Dialoga com as poéticas da
Descolonização através das Artes Visuais e urbanas, cyberativismo, teatro e audiovisual negros. Membro da APAN, do coletivo audiovisual LAB AFRIKAS e co-fundadora do Coletivo Descolonia. Estudante da EICTV ( Cuba), na especialização de TV e Novas Mídias.  Realizadora do documentário Afrodites (2016), do curta Suellen e a Diáspora Periférica (2020), premiado pelo Itaú Cultural. Montadora da Websérie Reflexo
Reverso (LabAfrikas, coordenado por Fernanda Thomaz, 2020) e Diretora da Animação Oceânica (2021) - Prêmio de Cidadania Audiovisual, pela secretaria de Cultura de Minas Gerais.

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IRIS DE OLIVEIRA (BA)

Formada em Cinema, atua na área de audiovisual há mais de 16 anos. Possui experiência profissional em montagem (9 longas metragens), elaboração de projetos para audiovisual, criação de roteiro, arte-educação, fotografia, publicidade, TV e WEB. Dirigiu o documentário "ACERVO ZUMVI - O Levante da Memória", sobre o trabalho do fotógrafo Lázaro Roberto. Pesquisadora do gênero Documentário, Cinema Experimental, Arte Contemporânea, Mídia-ativismo e Cinema Negro.

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