A mobilidade de pesquisa curatorial da Bienal Black constitui um eixo fundamental de sua atuação, articulando deslocamentos físicos, trocas simbólicas e construção de redes entre artistas, curadores e pesquisadores.
Em parceria com o Canadá e países da América Latina, essa mobilidade se estabelece como uma plataforma de intercâmbio crítico, onde experiências diversas se encontram para refletir sobre histórias compartilhadas de diáspora, colonialidade e resistência. Ao atravessar contextos distintos, a pesquisa curatorial ativa conexões entre práticas artísticas negras nas Américas, reconhecendo tanto suas especificidades locais quanto seus atravessamentos comuns.
Nesse deslocamento, escolhemos Salvador como porta de entrada para esse tencionamento, onde o pensamento pan-americanista é revisitado a partir de uma perspectiva contemporânea e decolonial, não como uma ideia homogênea de unidade, mas como um campo de relações com todo o bloco da américa, onde o diálogo Sul-Sul e as conexões com o Norte global — especialmente com o Canadá — são repensados a partir de outras centralidades.
MOBILIDADE




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