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BIENAL

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A Bienal Black nasce de um processo coletivo que se estrutura a partir das residências artísticas da Black Brazil Art, concebidas como um espaço-tempo de imersão criativa onde artistas desenvolvem seus processos autorais em diálogo com múltiplas perspectivas, territórios e contextos. Mais do que um programa formativo, a residência é um campo de experimentação contínua, no qual ideias são compartilhadas, tensionadas e amadurecidas de maneira circular, dando origem aos temas e eixos curatoriais que orientam cada edição da Bienal Black desde 2021.

Nesse ambiente, a troca de saberes é central. Artistas de diferentes linguagens e trajetórias atravessam fronteiras disciplinares, conectando pintura, performance, fotografia, audiovisual, instalação, escrita e práticas comunitárias. A residência estimula investigações que não se limitam ao objeto final, mas valorizam o percurso, a escuta e o pensamento crítico como parte essencial da criação. Um espaço-processo onde artistas constroem juntes, cruzando linguagens, territórios e imaginários.

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Desde a sua primeira edição, em 2019-2020, com o tema Mulheres (In)Visíveis, a Bienal percorreu múltiplos espaços culturais no sul do Brasil, destacando mais de 320 obras e mais de 160 artistas em um processo coletivo de visibilização e crítica institucional.

A 2ª Bienal Black, sob o tema Cartografia e Hibridismo do Corpo Feminino: Representação Visual e Afetiva, foi realizada em formato virtual e apresentou obras de mais de 100 artistas, articulando narrativas sensoriais e afetivas por meio de residências artísticas internacionais e eixos curatoriais múltiplos.

Na 3ª Bienal Black, com o tema Fluxos (In)Fluxo: Transitoriedade, Migração e Memória, a Bienal estendeu seu olhar para experiências de fluxo e deslocamento, promovendo exposições presenciais e virtuais que refletem sobre identidade, mobilidade e memória em contextos contemporâneos.

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Ao reconhecer a arte como prática relacional e política, a residência promove encontros que ampliam repertórios e fortalecem redes de colaboração. É nesse movimento que surgem proposições curatoriais comprometidas com perspectivas decoloniais, afro-diaspóricas e plurais, refletindo um aquilombamento contemporâneo. Cada edição da Bienal Black é, portanto, resultado desse fluxo contínuo de pesquisa e convivência, onde a construção coletiva antecede a exposição pública e sustenta sua dimensão conceitual. 

Assim, a residência não é apenas etapa preparatória, mas fundamento estruturante da Bienal: um território vivo de pensamento, criação e partilha, onde produzir arte significa também produzir comunidade, diálogo e futuro.

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Destaques

Porto Alegre-RS, Florianópolis-SC, Curitiba-PR

05-Nov./19 a 30-Mar./20

1BBA

Virtual

10-Jan. a 30-Jul./22

2BBA

Rio de Janeiro-RJ, Niterói-RJ

27-Mar. a 15-Jun./24

3BBA

Entrevistas sobre acessibilidade 

6 encontros

PODCAST

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