
PRESENCIAL - PERFORMANCE AO VIVO
07/11 - 14h00
Museu de Arte Moderna
Aloisio Magalhães
Como podemos nos expressar através daquilo que vestimo? Quais signos carregamos na escolha de elementos que compõem a nossa forma de se apresentar no mundo? Corpo-EstandArte propõe um espaço de transmutação coletiva, lugar em que linha e tecido se tornam tecnologia de manifestação e aparição. A artista se utiliza das técnicas de produção de máscaras e indumentárias para tecer uma analogia entre pele e tecido, a fim de abrir o olhar para as diversas possibilidades de bordar a própria pele e recriar (id)entidades.
A TRANSALÏEN (PE / SP) @atransalien
Artista multidisciplinar, desenvolve uma prática atravessada por espiritualidade, ancestralidade e poéticas do cuidado, propondo outros modos de existência e relação entre os seres. Em sua pesquisa COSMOVERSE, articula cosmos e experiência humana por meio de performances, instalações, dispositivos imersivos, máscaras, indumentárias, fotografia e audiovisual.
Público em geral. Classificação livre.
Arquitetônico, comunicacional, atitudinal.
Performance andante.
Mínimo de 10 participantes. Máximo a capacidade do local.
PRESENCIAL - CONVERSAÇÃO
07/11 - 14h30
Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães
Artistas em Conversação inaugura o eixo expositivo da Bienal Black no MAMAM com uma conversa horizontal e aberta ao público, reunindo a curadoria e seis artistas pernambucanos ou atuantes em Pernambuco: Gerson Ipirajá, Acalorou, Argos, Laiy Yapoatan, Jennifer Lima e Zed’Melo.
Patrícia Brito (RS-SC) - @bienalblackbrazilart
Patrícia Brito é historiadora, museóloga, curadora e crítica de arte (Porto Alegre, RS). Fundadora da Bienal Black Brazil Art e do Instituto BBA, é pesquisadora vinculada à Cátedra de Pesquisa do Canadá, curadora convidada da Bienal Af-flux de Montreal 2028 e co-organizadora da Residência Marrom de Halifax 2026/2027. Integra o Mapa de Curadores Negros do Brasil, a ABCA, a IAWM e a REBRAC. É autora do livro "Casa Grande Sem Senzala" e indicada ao Prêmio Açorianos 2021. Sua prática curatorial articula perspectivas descoloniais, arte contemporânea e diálogos afro-diaspóricos transnacionais.
Público em geral. Classificação livre.
Elevador, banheiro adaptado, interprete de libras - quando solicitado.
Não se aplica
Mínimo 10 participantes e máximo conforme lotação do espaço.
PRESENCIAL - OFICINA
07/11 - 11h00
Museu de Arte Moderna
Aloisio Magalhães
A oficina de Apitos Sonoros propõe uma experiência prática de introdução à cerâmica sonora por meio da construção manual de pequenos apitos em argila crua. A atividade estabelece um diálogo conceitual com a obra “Ser no limite” e com a teoria das cinco peles, desenvolvida pelo artista e arquiteto Friedensreich Hundertwasser, que compreende o ser humano como um corpo expandido em diferentes camadas de relação com o mundo: a pele biológica, a roupa, a casa, a identidade social e o planeta.
Rodrigo Novack (SC) - @tres.olhos
Rodrigo Novack, natural de Major Vieira (SC), é publicitário e ceramista, com formação em Cerâmica pela Casa da Cultura Fausto Rocha Júnior, em Joinville (SC). Sua pesquisa investiga a cerâmica sonora como prática ancestral em diálogo com questões contemporâneas, criando peças e instalações que articulam som, magia e mistério. Participou de exposições como a 55ª Exposição de Arte Koguei Bunkyo e Cartografia do Amanhã (2025), além da mostra As Duas Faces de Exu, na Bienal Black Brazil 2024.
Estudantes a partir de 12 anos, artistas.
Arquitetônico, comunicacional, atitudinal.
A oficina prevê o uso de argila como parte da atividade prática. Não é necessário trazer o material.
A argila será fornecida aos participantes durante a oficina. Venha com roupa confortável e que possa ser suja (eventualmente).Máximo de 10 participantes
PRESENCIAL - CONVERSAÇÃO
11/11 - 14h30
Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães
Refletir sobre o corpo negro masculino como território simbólico, político e afetivo, a partir da análise sensível de produções visuais.
Daniel da Silva - @danixs_013
Nascido em Santos (SP), em 2004, vive e trabalha em São Paulo. É graduado em Artes Visuais pela Faculdade Paulista de Artes (FPA) e cursa MBA em Museologia, Curadoria e Gestão de Exposições pela Faculdade Estácio. Sua pesquisa investiga masculinidades negras a partir do afeto, da memória e da identidade, refletindo sobre as marcas do racismo, do machismo e da sociedade patriarcal. Tendo a escrevivência como referência, desenvolve trabalhos principalmente em pintura e xilogravura, articuladas ao desenho, bordado e intervenções experimentais.
Estudantes e artistas acima de 16 anos.
Elevador, banheiro adaptado, interprete de libras - quando solicitado.
Não se aplica
Máximo de 25 participantes
PRESENCIAL - VIVÊNCIA
20/11 - 10h00 e 14h00
Laberer/UFPE
A atividade “A segunda pele: vestuário, colonialidade e processos de criação” propõe um espaço de reflexão crítica e construção de pensamento a partir do vestuário entendido não como objeto de moda, mas como dispositivo social, político e simbólico. A proposta parte da compreensão de que a forma como nos vestimos não é neutra nem exclusivamente individual. O vestuário opera como uma tecnologia de normatização que regula comportamentos, produz pertencimentos e, muitas vezes, atua de maneira silenciosa na reprodução de padrões culturais associados à colonialidade.
Adan Bruno Costa da Silva (PA) - @nadaaoavesso
O artista de Tabatinga (AM), é artista visual, curador independente e arte-educador. Sua prática articula fotografia, performance e instalação, investigando imagem, território, deslocamento e arquivo, com ênfase nos contextos amazônicos e transnacionais. Com participação em exposições, bienais e festivais no Brasil e no exterior, desenvolve atualmente pesquisas sobre imagem, arquivo e fabulação, propondo trabalhos que tensionam regimes de visibilidade e compreendem a Amazônia como território em fluxo, atravessado por disputas simbólicas e processos de construção de sentido.
Artistas e pesquisadores; Estudantes de arte, filosofia, ciências sociais e áreas afins; Educadores; Público interessado em processos de criação e pensamento crítico.
Faixa etária: a partir de 16 anosArquitetônico, comunicacional, atitudinal.
Para interpretes de libras deve ser solicitado.
Máximo de 25 participantes em cada um dos turnos.
PRESENCIAL - SESSÃO COMENTADA
24/11 - 14h00
Laberer/UFPE
Um sonho traz à tona a história ainda não contada de uma bisavó negra. Promover a difusão e a fruição da videoarte negra e contemporânea através da obra "Sonho em Ruínas", utilizando a experimentação estética em 35mm para pautar a importância da memória, da ancestralidade e da fabulação crítica no preenchimento de lacunas históricas e documentais de famílias negras latino-americanas.
Priscila Nascimento (PE) - @_prinps_
Priscila Nascimento é cineasta e roteirista, formada em Cinema pela UFPE. Dirigiu os curtas Notícias de São Paulo, Noite Fria e Fim de um Mundo. Foi premiada pelo roteiro de Ruínas da Memória, seu mais recente filme. Atualmente desenvolve seu primeiro longa-metragem e sua primeira série de ficção.
Estudantes e artistas, público periférico e coletivos.
Elevador, banheiro adaptado, interprete de libras - quando solicitado.
Não se aplica
Máximo de 30 participantes
PRESENCIAL - OFICINA
26/11 - 14h30
Museu da Abolição
A oficina de Apitos Sonoros propõe uma experiência prática de introdução à cerâmica sonora por meio da construção manual de pequenos apitos em argila crua. A atividade estabelece um diálogo conceitual com a obra “Ser no limite” e com a teoria das cinco peles, desenvolvida pelo artista e arquiteto Friedensreich Hundertwasser, que compreende o ser humano como um corpo expandido em diferentes camadas de relação com o mundo: a pele biológica, a roupa, a casa, a identidade social e o planeta.
Livia Passos (BA) - @liiviapassos.art
Livia Passos (Salvador, BA, 1970) é artista visual e arte-educadora, vive e trabalha em Salvador. Sua produção transita pela fotografia expandida, assemblage e arte têxtil, abordando memórias do cuidado, experiências do corpo negro e resíduos hospitalares. Em sua prática, materiais descartados são ressignificados como territórios de memória, presença e sobrevivência.
Estudantes a partir de 12 anos, artistas. Público geral, artistas, estudantes, mulheres, coletivos.
Arquitetônico, comunicacional, atitudinal.
Materiais e necessidades técnicas: - Retalhos de tecidos; - Linhas; - Agulhas; - Tesouras; - Elementos têxteis diversos; - Estrutura para composição coletiva.
Máximo de 30 participantes. Pode ser alterado se o espaço for maior.
PRESENCIAL - SESSÃO COMENTADA
30/11 - 14h00
Laberer/UFPE
MESOkOSMOS (2022), último filme da série Filmes NatORAIS, investiga as relações entre o corpo humano e os elementos da natureza. Por meio de uma linguagem audiovisual desenvolvida ao longo de uma década, a obra busca revelar os códigos e conexões que integram humano, matéria, natureza e mundo como partes de um mesmo corpo.
Welket Bungué (Guineense-Português) - @welket_bungue
Welket Bungué (Guiné-Bissau, 1988) é artista transdisciplinar guineense-português, de etnia balanta, residente em Berlim e com atuação internacional. Sua prática transita pelo cinema, teatro, performance e escrita, articulando diferentes linguagens artísticas. É formado em Teatro pela ESTC, em Lisboa, e pós-graduado em Performance pela UniRio, no Rio de Janeiro. Integra as Academias Portuguesa, Alemã e Europeia de Cinema e o Arsenal – Institute for Film and Video Art, em Berlim, que mantém seus filmes em acervo desde 2021.
Artistas, estudances, docentes. Público em geral. Classificação livre.
Elevador, banheiro adaptado, interprete de libras - quando solicitado.
Não se aplica
Máximo de 15 participantes
PRESENCIAL - OFICINA
06/12 - 11h00 e 14h00
Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães
Oficina “Narrativas Possíveis: memórias entre imagem e escrita” visa reunir, por meio das memórias das/os participantes sobre os diversos contextos existentes na (s) cidade (s), cartografias que formaram grandes mapas afetivos em formatos de zine, valorizando os processos de letramentos artísticos-literários, imagéticos e a poética da vida.
Rafael da Luz (PA) - @rafaeldaluzserrao
Rafael da Luz, nascido em Belém (PA), é professor, fotógrafo, escritor e artista visual negro periférico. Formado em Pedagogia, com especializações em Arte-Educação e Educação para as Relações Étnico-Raciais, atua na rede pública de Belém e como professor formador na CODERER/SEMEC. Sua produção artística, iniciada em 2014, transita pela fotografia, zines e livros artesanais, com forte relação com os territórios periféricos. Participou da exposição Dos Brasis: Arte e Pensamento Negro (2023–2024) e atua como voluntário na Biblioteca Itinerante Comunitária Barca Literária.
Estudantes a partir de 12 anos, artistas. Público geral, artistas, estudantes, mulheres, coletivos.
Arquitetônico, comunicacional, atitudinal.
Materiais: • Folhas de Papel A4 180g ou papel cartão • Cola • Jornais e Revistas • Lápis, tesoura
• Giz de cera ou outros materiais de pintura que esteja disponível • Projetor ou televisão.A partir de 15 participantes por turno.
PRESENCIAL - CONVERSAÇÃO
07/12 - 10h00
ETE - Alfredo Freyre
Uma atividade de formação e sensibilização sob a modalidade de palestra-debate, intitulada "Descomplicando o Letramento Racial". A ação é fundamentada na necessidade de promover uma educação antirracista que transite entre o rigor dos conceitos sociopolíticos e a fruição estética da arte negra contemporânea. Alinhada ao conceito "As Cinco Peles" da 4ª Bienal Black, a palestra propõe um olhar crítico sobre as camadas da identidade racial brasileira, oferecendo ferramentas conceituais para que o público identifique e interrompa ciclos de racismo estrutural e institucional.
Eric Albernaz (DF)
É artista visual, palestrante, professor e servidor público.
Estudantes do Ensino Médio, Professores, Educadores Sociais e demais membros do corpo escolar interessados na temática étnico-racial. Faixa Etária: A partir de 15 anos, sem limite máximo.
Elevador, banheiro adaptado, interprete de libras - quando solicitado.
Projetor multimídia (Datashow), computador e saída de som;
● Acesso à internet para reprodução de conteúdos audiovisuais;
● Microfone (se o espaço for comportar mais de 50 pessoas).A depender do espaço físico pode chegar a 300 participantes. Número mínimo de 10 participantes.
PRESENCIAL - CONVERSAÇÃO
08/12 - 14h30
Cais do Sertão
Uma atividade de formação e sensibilização sob a modalidade de palestra-debate, intitulada "Descomplicando o Letramento Racial". A ação é fundamentada na necessidade de promover uma educação antirracista que transite entre o rigor dos conceitos sociopolíticos e a fruição estética da arte negra contemporânea. Alinhada ao conceito "As Cinco Peles" da 4ª Bienal Black, a palestra propõe um olhar crítico sobre as camadas da identidade racial brasileira, oferecendo ferramentas conceituais para que o público identifique e interrompa ciclos de racismo estrutural e institucional.
Eric Albernaz (DF)
É artista visual, palestrante, professor e servidor público.
Estudantes do Ensino Médio, Professores, Educadores Sociais e demais membros do corpo escolar interessados na temática étnico-racial. Faixa Etária: A partir de 15 anos, sem limite máximo.
Arquitetônico, comunicacional, atitudinal.
Projetor multimídia (Datashow), computador e saída de som;● Acesso à internet para reprodução de conteúdos audiovisuais;● Microfone (se o espaço for comportar mais de 50 pessoas).
Máximo de 30 pessoas por turno. A conversa pode ser adaptada a espaços maiores para um público também superior.
PRESENCIAL - OFICINA
09/12 - 18h00
ETE - Alfredo Freyre
Realizar a “Oficina de Batik em Papel”, para interessadas pela técnica do Batik, com o objetivo de desenvolver suas competências e habilidades. Possibilitar uma prática artístico, exercitando a criatividade, na perspectiva do pertencimento, da ancestralidade e da memória a partir de uma perspectiva afro-diaspórica e decolonial. Possibilitar uma reflexão sobre as referências artísticas e culturais de cada participante dessa oficina e se possível, realizar uma exposição das luminárias, produtos resultantes da Oficina.
Ronaldo Ferreira (DF) - @ronaldobatik
Ronaldo Ferreira é artista visual, historiador e mestre em Turismo, radicado em Brasília (DF). Há mais de três décadas desenvolve sua produção a partir do Batik, articulando matrizes africanas, ameríndias e brasileiras. Sua obra aborda memória, identidade e ancestralidade, estabelecendo diálogos entre tradição, contemporaneidade e diáspora africana.
Estudantes e artistas e público em geral a partir de 14 anos.
Elevador, banheiro adaptado, interprete de libras - quando solicitado.
A quantidade de material estará de acordo com o número de participantes
Pinceis; folhas de cartolina branca; potes pequenos de tinta para tecido de 35 ml; com as cores diversas; pacotes de vela branca de 18 gramas; tubos pequeno de cola branca; potes pequenos para colocação de água e suportes ( pires pequenos) para colocação das velas; tesouras; fósforo; ferros elétricos; extensões de fio; papel jornal em quantidade e canetas hidropen e lápis diversos e borrachas e a impressão de um texto com (duas) folhas, sobre a origem da técnica do Batik, para os participantes.A partir de 10 participantes. Não há número máximo.
PRESENCIAL - OFICINA
10/12 - 10h00
ETE - Alfredo Freyre
Promover criação artística sustentável através de pigmentos naturais, desenvolvendo sensibilidade ambiental e consciência crítica sobre impactos de produtos químicos industriais.
J. Melo (PE) - @j43kmelo
J. Melo (Tracunhaém, PE, 1995) é artista, curador e arquiteto. Sua pesquisa articula memória, temporalidade, artesania e arquitetura, investigando suas tecnologias, códigos e materialidades. Desenvolve intervenções, instalações, esculturas e imagens, estabelecendo relações entre práticas do fazer e narrativas poéticas.
Faixa Etária: 10 a 17 anos (adaptável para outros públicos)
Perfil: Grupos de estudantes, comunidades, projetos sociais e ambientais que buscam aproximar-se de práticas criativas e sustentáveis.Arquitetônico, comunicacional, atitudinal.
Orucum (sementes secas); Beterraba (fresca); Cinzas peneiradas de madeira; Barro Tauá ou Toa (barro vermelho/marrom local); Tabatinga (barro branco)
Cola branca (não-tóxica) ou goma caseira com farinha
Papéis diversos (jornal, papel kraft, papel liso); Tecidos naturais (algodão) opcionais; Pincéis, esponjas, palitos; Mortais, almofariz, raladores
Telas/peneiras para filtragem; Vasilhas de cerâmica ou vidro para misturar pigmentos; Panos para limpeza
Imagens de arte histórica com pigmentos naturais; Infográficos sobre impactos ambientais de tintas industriais; Material de leitura sobre práticas ancestrais de pigmentaçãoMínimo de 8 participantes, máximo de 25, para garantir qualidade de aprendizado e interação.
PRESENCIAL - OFICINA
10/12 - 14h30
Museu da Abolição
- Promover uma experiência coletiva de criação artística inspirada nas culturas dos povos originários, por meio da pintura de uma espiral em tecido de 4m x 4m.
- Estimular a expressão de memórias simbólicas individuais e coletivas, integrando traços, cores, música e diálogo.
- Valorizar o processo colaborativo, resultando em uma obra coletiva para exposição e visitação pública.Alex Roch (SP) - @alex.roch.169
Natural de Jundiaí (SP), é artista visual, produtor cultural, curador e arte-educador. Descendente de povos originários, pesquisa a materialidade da arte e a gravura em campo expandido. Com 47 anos de trajetória, possui obras em acervos nacionais e internacionais e atua em projetos curatoriais e educativos.
Artistas, estudances. Público em geral. Classificação livre.
Elevador, banheiro adaptado, interprete de libras - quando solicitado.
Ação em area externa.
Máximo de 25 participantes
PRESENCIAL - OFICINA
11/12 - 10h00
ETE - Alfredo Freyre
A oficina tem como proposta apresentar o universo da Collage como expressão/linguagem artística Surrealista que vem ganhando destaque nas duas últimas décadas e, a partir da contextualização vivenciar uma oficina prática de collage analógica. A experimentação desta linguagem a partir de relações com os gestos: selecionar, cortar/recortar/ compor e colar oferecerão aos participantes um conhecimento prático/analógico na criação de imagens, bem como, a possibilidade de dialogar com símbolos – se aproximando dos eixos expositivos da 4ªBienal Black Brasil, que estão presentes em suas memórias.
Lui Guimarães (SP) - @luiguimaraesart
Lui Guimarães (São José do Rio Preto, SP) é artista visual, educador e pesquisador. Sua produção aborda dissidências, erotismos e questões afro-diaspóricas e afro-brasileiras. Utiliza principalmente papel e resíduos impressos, explorando colagens, instalações e obras tridimensionais a partir do reaproveitamento de materiais.
Estudantes, artistas e público em geral. A partir de 6 anos devem ser acompanhadas de um adulto por envolver tesoura e outros materiais perfurantes.
Arquitetônico, comunicacional, atitudinal.
Revistas/folhetos/encartes, cola branca, tesoura, estilete, papel canson/cartão 10x15cm e papéis diversos colorido.
Mínimo de 8 participantes, máximo de 25, para garantir qualidade de aprendizado e interação.
PRESENCIAL - VIVÊNCIA
12/12 - 15h00
Museu da Abolição
A oficina propõe um mergulho prático e reflexivo sobre a identidade através do Autorretrato com plantas. Os participantes serão convidados a criar composições visuais onde o próprio corpo interage com elementos vegetais que tragam significados afetivos ou ancestrais. O foco não é a técnica fotográfica pura, mas a construção da imagem como um ato de cura e conexão "corpo x natureza x tempo".
Izabelle Brum (RJ) - @izbrum
Multiartista visual, pesquisadora e produtora, investiga relações entre ancestralidade, natureza, memória e presença negra. Sua produção transita pela fotografia, audiovisual e arte contemporânea, articulando saberes tradicionais e a paisagem da Costa Verde fluminense. Sua pesquisa aborda vínculos entre território, espiritualidade e identidade.
Artistas iniciantes, estudantes e membros da comunidade local interessados em processos criativos e decolonialidade. Acima de 16 anos.
Elevador, banheiro adaptado, interprete de libras - quando solicitado.
Não se aplica.
Máximo de 15 participantes
PRESENCIAL - CONVERSAÇÃO/OFICINA
13/12 - 14h00
Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães
Oficina de desenho expandido, em formato de vivência coletiva com duração de 2 horas. O desenho expandido é o eixo metodológico da vivência, compreendido como prática que articula desenho, escrita, pintura e colagem como linguagens de pensamento visual. Mais do que representação, trata-se de construção de sentido por meio de processos gráficos e narrativos simultâneos, nos quais imagem, memória e experiência se atravessam.
Cures (PB) - @arteporcures
Artista visual, pesquisador e arte-educador, formado em Artes Visuais pela UFPB. Sua prática articula arte, educação e mediação cultural, explorando desenho, gravura, pintura e cerâmica. Participa de exposições e desenvolve oficinas e ações formativas que aproximam criação artística, aprendizagem e construção coletiva de sentidos.
Artistas, estudantes e público interessados a partir de 14 anos.
Arquitetônico, comunicacional, atitudinal.
Espaço com mesas de trabalho e projeção multimídia, com projetor e computador, garantindo as condições adequadas para mediação visual e coletiva da proposta.
Papéis de diferentes formatos e gramaturas, além de materiais gráficos como lápis, canetas, marcadores, lápis de cor ou giz, compondo o suporte para experimentação em desenho expandido.
Cola, tesoura, fita adesiva, revistas e impressos, bem como superfícies de apoio para produção individual e coletiva.Mínimo de 8 participantes, máximo de 20, para garantir qualidade de aprendizado e interação.
PRESENCIAL - CONVERSAÇÃO/OFICINA
14/12 - 14h30
Laberer/UFPE
Oficina de desenho expandido, em formato de vivência coletiva com duração de 2 horas. O desenho expandido é o eixo metodológico da vivência, compreendido como prática que articula desenho, escrita, pintura e colagem como linguagens de pensamento visual. Mais do que representação, trata-se de construção de sentido por meio de processos gráficos e narrativos simultâneos, nos quais imagem, memória e experiência se atravessam.
Cures (PB) - @arteporcures
Artista visual, pesquisador e arte-educador, formado em Artes Visuais pela UFPB. Sua prática articula arte, educação e mediação cultural, explorando desenho, gravura, pintura e cerâmica. Participa de exposições e desenvolve oficinas e ações formativas que aproximam criação artística, aprendizagem e construção coletiva de sentidos.
Artistas, estudantes e público interessados a partir de 14 anos.
Elevador, banheiro adaptado, interprete de libras - quando solicitado.
Espaço com mesas de trabalho e projeção multimídia, com projetor e computador, garantindo as condições adequadas para mediação visual e coletiva da proposta.
Papéis de diferentes formatos e gramaturas, além de materiais gráficos como lápis, canetas, marcadores, lápis de cor ou giz, compondo o suporte para experimentação em desenho expandido.
Cola, tesoura, fita adesiva, revistas e impressos, bem como superfícies de apoio para produção individual e coletiva.Máximo de 25 participantes
PRESENCIAL - VIVÊNCIA
15/12 - 14h00
Laberer/UFPE
A oficina “Corpo-Água” propõe um espaço de experimentação artística que aproxima arte contemporânea, saberes tradicionais e práticas corporais a partir da relação entre corpo, água e plantas medicinais. A proposta parte da ideia de que o corpo pode ser compreendido como um território vivo, atravessado por fluxos, memórias e conhecimentos transmitidos por diferentes gerações. A oficina convida os participantes a refletirem sobre esses saberes através de exercícios artísticos simples que combinam observação, desenho, registro sensível e experimentação com materiais.
Kal Yoga (PB) - @kalyooga
Kal Yoga (Fortaleza, CE, 1983) é artista interdisciplinar, educador e pesquisador, radicado em João Pessoa (PB). Mestre em Artes pela UFC, desenvolve trabalhos em performance, instalação, fotografia, desenho e objetos. Sua pesquisa aborda corpo, memória, ancestralidade, espiritualidade afro-diaspórica e processos de reexistência e reencantamento.
Estudantes de artes e áreas afins
● artistas emergentes
● educadores
● pesquisadores
● pessoas interessadas em arte, natureza e processos criativosArquitetônico, comunicacional, atitudinal.
Processo de ativação individual e coletivo.
Mínimo de 8 participantes, máximo de 20, para garantir qualidade de aprendizado e interação.
PRESENCIAL - CONVERSAÇÃO
16/12 - 15h00
Museu da Abolição
A roda de conversa “Entre o Corpo e o Território: As Peles que Habitamos” propõe um espaço de escuta, troca e reflexão a partir das relações entre corpo, território, identidade e memória no contexto nordestino. A atividade dialoga diretamente com o projeto La Pelle e com o tema da 4ª Bienal Black — “As Cinco Peles” — ao abordar o corpo não apenas como presença física, mas como espaço simbólico atravessado por experiências sociais, culturais e afetivas.
Ellen Camacho (PB) - @ellencamacho
Artista e profissional do audiovisual, atua com direção de fotografia, produção audiovisual e projetos autorais de fotografia. Sua prática compreende a imagem como linguagem, presença e atmosfera, criando narrativas visuais que ultrapassam o registro e exploram experiências sensíveis.
Jovens e adultos interessados em arte e cultura.
Estudantes, artistas, educadores e pesquisadores a partir de 16 anos.Elevador, banheiro adaptado, interprete de libras - quando solicitado.
A atividade não requer estrutura técnica complexa, podendo ser realizada em espaço expositivo ou sala multiuso, com apoio básico de projeção (opcional).
Máximo de 20 participantes
PRESENCIAL - FORMAÇÃO
07/01 - 19h00
On-line - Zoom
Expandir a compreensão da arte como prática sensível e relacional
● Estimular a construção de linguagem visual autoral
● Investigar a relação entre corpo, memória e imagem
● Ativar processos criativos a partir da escuta interna e coletiva
● Promover a arte como ferramenta de elaboração simbólicaEvamm (SC) - @artevamm
Evamm (Buenos Aires, 1987) é artista visual argentina radicada no Brasil, cuja prática articula pintura, corpo, território e materialidade. Formada pela Universidad Nacional de las Artes (UNA), desenvolve trabalhos entre pintura, muralismo e práticas colaborativas. Participou da 1ª Bienal Black Brazil Art, realizou residência artística na Itália e recebeu o Prêmio Lei Aldir Blanc em 2020.
Artistas emergentes, estudantes, educadores, agentes culturais e público geral interessado em processos criativos.
Arquitetônico, comunicacional, atitudinal.
Materiais acessíveis- papel, tintas (guache, acrílica ou similares), lápis, canetas, carvão e materiais para colagem.
Mínimo de 8 participantes, máximo de 30, para garantir qualidade de aprendizado e interação.
PRESENCIAL - FORMAÇÃO
15//01 - 19h00
On-line - Zoom
A proposta consiste na realização de um encontro online voltado à discussão sobre a pesquisa em arte contemporânea a partir do uso de novos materiais, com ênfase nas práticas em bioarte, principalmente a partir da experiência da artista Giovanna Pizzini. A atividade será estruturada como uma palestra seguida de roda de conversa, articulando referências teóricas, experiências práticas e processos de criação artística que envolvem materiais orgânicos, como biocelulose, argila, pigmentos naturais e outros elementos provenientes de investigações híbridas entre arte e ciência.
Giovanna Pizzini (MG) - @giovannapizzini_
Giovanna Pizzini (São Paulo, 1997) é artista visual e produtora cultural, formada em Cinema e Audiovisual pelo CEUNSP. Sua pesquisa articula arte, ciência e tecnologia, explorando corpo, materialidade e ambiente por meio de performance, instalação, fotografia e videoperformance. Trabalha com materiais orgânicos e processos experimentais, investigando as relações entre natureza, técnica e existência.
A atividade é destinada a artistas visuais, estudantes de arte, pesquisadores, produtores culturais e demais interessados em arte contemporânea, processos experimentais, bioarte e intersecções entre arte e ciência. A partir de 16 anos.
Elevador, banheiro adaptado, interprete de libras - quando solicitado.
A atividade não requer experiência. Espaço aberto para perguntas, comentários e troca de experiências, incentivando a participação ativa dos presentes e a construção coletiva de reflexões.
Máximo de 25 participantes
PRESENCIAL - VISITA GUIADA
16/01 - 14h30
Cais do Sertão
A atividade Conversação em Rota propõe uma visita guiada com a artista NAYWÁ a partir de sua obra REMISSÃO (2025), fotoperformance em díptico que atravessa questões relacionadas ao corpo, à memória e aos afetos. Durante o percurso, a artista compartilha processos, experiências e sentidos que atravessam a criação da obra, aproximando o público de sua poética e abrindo espaço para a escuta, o diálogo e a construção coletiva de outras leituras possíveis.
Naywá Moura (PE) - @naywamoura
NAYWÁ é artista visual, atriz/performer e pesquisadora de cinema e audiovisual, travesti oeirense, natural da caatinga piauiense e radicada em Recife. Sua prática articula arte, vida, pesquisa e arquivo, investigados também em seu projeto “Poética do contra-ataque”, vinculado ao PPGCOM/UFPE. Participou da residência TERRA AFÉFÉ, de exposições coletivas em Recife e São Paulo e co-produziu e estrelou o longa-metragem ARRENEGO (2025).
Artistas emergentes, estudantes, educadores, agentes culturais e público geral interessado em processos criativos.
Arquitetônico, comunicacional, atitudinal.
Atividade não requer experiência. Classificação a partir de 16 anos.
Mínimo de 8 participantes, máximo de 25, para garantir a troca entre o público.
PRESENCIAL - FORMAÇÃO
20//01 - 19h00
On-line - Zoom
Escuto Antes de Mover - Experiência de Arte-Educação inspirada na videoperformance Religare, com a artista Andréa Müller, propõe uma experiência de arte-educação que articula criação, natureza, memória e cuidado. A partir de elementos naturais como folhas, sementes, cascas e galhos, os participantes são convidados a perceber, escolher, relacionar e criar, experimentando a atenção e a escuta como partes do processo artístico. Inspirada na videoperformance Religare, a atividade compreende o fazer artístico como um espaço de encontro entre corpo, matéria, memória e construção de sentidos.
Andréa Müller (SP) - @obreira_am
Andréa Müller é artista visual, atriz, performer, arte-educadora, produtora cultural, curadora e pesquisadora. Sua prática transita entre diferentes linguagens e investiga as relações entre arte, natureza e cuidado, articulando criação, experiência sensível e processos de escuta.
A atividade é destinada a partir de 16 anos até pessoas 60+. Incentiva-se principalmente o publico de diferença geracional.
Elevador, banheiro adaptado, interprete de libras - quando solicitado.
Os participantes receberão previamente orientações para reunir elementos naturais já desprendidos (folhas, sementes, cascas e pequenos galhos), tecido ou papel para suporte, pincel de cerdas firmes, celular ou câmera e material para escrita. As instruções e o acesso à videoperformance Religare serão enviados alguns dias antes do encontro.
No mínimo 10 e no máximo 25.
PRESENCIAL - VISITA GUIADA
23/01 - 14h00 e 15h00
Cais do Sertão
A atividade Conversação em Rota propõe uma visita guiada com a artista NAYWÁ a partir de sua obra REMISSÃO (2025), fotoperformance em díptico que atravessa questões relacionadas ao corpo, à memória e aos afetos. Durante o percurso, a artista compartilha processos, experiências e sentidos que atravessam a criação da obra, aproximando o público de sua poética e abrindo espaço para a escuta, o diálogo e a construção coletiva de outras leituras possíveis.
Vitoria Vatroi (PE) - @vitoria_vatroi
A atividade Conversação em Rota propõe uma visita guiada com a artista Vitória Vatroi em torno da obra A Boca que Tudo Come (2023), fotoperformance que articula corpo, barro, memória e território. Durante o encontro, a artista compartilha os processos e sentidos que atravessam a obra, aproximando o público de suas relações com ancestralidade, paisagem e memórias da terra, e abrindo espaço para a escuta, o diálogo e outras possibilidades de fabulação e pertencimento.
Artistas emergentes, estudantes, educadores, agentes culturais e público geral interessado em processos criativos.
Arquitetônico, comunicacional, atitudinal.
Atividade não requer experiência. Classificação livre.
Mínimo de 8 participantes, máximo de 25, para garantir a troca entre o público.
PRESENCIAL - CONVERSAÇÃO
29/01 - 19h00
On-line - Zoom
Uma roda de conversa/debate que aborda o poder símbolico de mudança social que a arte produz através de referências de movimentos musicais e movimentos artísticos.
Nie Hendrix (RJ) - @nie_rj
NIE é artista visual cuja prática se desenvolve a partir de investigações sobre corpo, imagem, identidade e experiência contemporânea. Sua produção articula processos de experimentação e construção de narrativas visuais, compreendendo a criação artística como espaço de elaboração de memórias, vivências e modos de existência.
Estudantes do ensino médio, estudantes de ensino superior, professores de escola pública e universidades públicas e privadas. A partir de 16 anos.
Elevador, banheiro adaptado, interprete de libras - quando solicitado.
Não é necessário experiência. O artista conduzira a conversa tendo como base seu proprio repertório artístico.
No mínimo 10 e no máximo 20.
PRESENCIAL - VIVÊNCIA
19/02 - 14h00
Cais do Sertão
A oficina “Corpo-Água” propõe um espaço de experimentação artística que aproxima arte contemporânea, saberes tradicionais e práticas corporais a partir da relação entre corpo, água e plantas medicinais. A proposta parte da ideia de que o corpo pode ser compreendido como um território vivo, atravessado por fluxos, memórias e conhecimentos transmitidos por diferentes gerações. A oficina convida os participantes a refletirem sobre esses saberes através de exercícios artísticos simples que combinam observação, desenho, registro sensível e experimentação com materiais.
Kal Yoga (PB) - @kalyooga
Kal Yoga (Fortaleza, CE, 1983) é artista interdisciplinar, educador e pesquisador, radicado em João Pessoa (PB). Mestre em Artes pela UFC, desenvolve trabalhos em performance, instalação, fotografia, desenho e objetos. Sua pesquisa aborda corpo, memória, ancestralidade, espiritualidade afro-diaspórica e processos de reexistência e reencantamento.
Estudantes de artes e áreas afins
● artistas emergentes
● educadores
● pesquisadores
● pessoas interessadas em arte, natureza e processos criativosArquitetônico, comunicacional, atitudinal.
Atividade não requer experiência. Classificação livre.
Mínimo de 8 participantes, máximo de 20, para garantir a troca entre o público.
PRESENCIAL - OFICINA
29/01 - 19h00
On-line - Zoom
A oficina de cianotipia articula prática artística e roda de conversa a partir das relações entre corpo, território, natureza e ancestralidade. Após um momento de troca e reflexão sobre o território como espaço simbólico, afetivo, político e histórico, os participantes experimentarão a cianotipia utilizando folhas, flores e outros elementos naturais. A atividade propõe um processo de criação sensível e coletiva, no qual cada participante constrói imagens a partir de suas próprias relações com o território.
Sandra Resende (SP) - @sandraresende.art
Sandra Resende (Aparecida, SP, 1982) é fotógrafa, multiartista, arte-educadora e produtora cultural, formada em Educação Artística pela Unifatea. Sua pesquisa em fotografia artística e experimental aborda corpo, maternidade, gênero e meio ambiente. Sua prática parte de uma escuta sensível do cotidiano, das relações afetivas, da memória e do território.
Artistas, estudantes, educadores, pesquisadores e público em geral interessado em práticas artísticas, processos experimentais e relações entre arte, natureza e território. A atividade é especialmente voltada para pessoas interessadas em
práticas acessíveis de criação e em reflexões sobre corpo, identidade e pertencimento. A partir de 16 anos.Elevador, banheiro adaptado, interprete de libras - quando solicitado.
Não é necessário experiência. O processo valoriza a experimentação, o erro e a descoberta, sem a exigência de
resultados técnicos específicos. Durante a prática, serão estimuladas conversas e trocas entre os participantes, fortalecendo o caráter coletivo da experiência.No mínimo 10 e no máximo 20.
PRESENCIAL - FORMAÇÃO
24/02 - 19h00
On-line - Zoom
Entre Peles é uma roda de conversa que articula arte, educação e experiências sociais a partir do tema As Cinco Peles, da 4ª Bienal Black. A atividade propõe um espaço de escuta e construção coletiva, no qual corpo, memória e território ativam narrativas, reflexões e diferentes formas de conhecimento. Em uma perspectiva decolonial e antirracista, busca valorizar experiências e saberes historicamente marginalizados, compreendendo o encontro e a troca como processos de criação e aprendizagem.
Josiene Gomes (MG) - @josiprofartes
Mestre em Arte pela UFMG, professora de Arte na rede pública de Contagem/MG, atuo na intersecção entre educação, ensino aprendizagem em Arte e o processo criativo. Minha prática
pedagógica está ancorada na construção de experiências sensíveis e críticas, que valorizam a escuta, o território e as vivências dos estudantes como elementos centrais do processo educativo.A proposta é destinada a educadores, estudantes, artistas, mediadores culturais e público em geral interessado nas relações entre arte, educação e questões sociais. A faixa etária sugerida é a partir de 15 anos, considerando a complexidade das questões abordadas, especialmente aquelas relacionadas à identidade, às relações raciais, ao território e às dinâmicas sociais.
Arquitetônico, comunicacional, atitudinal.
Atividade não requer experiência porém, a formação tem recorte em questões decoloniais. Classificação é a partir de 15 anos.
Mínimo de 8 participantes, máximo de 20, para garantir a troca entre o público.
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